
A Brisa que desafia o Coração
Ela tem no peito um sol que se irradia,
Acolhe, abraça, com um sorriso sem par.
E a simpatia que ela exibe, irradia,
Como a flor mais bela, que a todos quer abraçar.
E os olhos, dois faróis de doçura,
Prometem o que a alma não pode cumprir.
Ela fala de amor, sem se importar com a jura,
De um coração quebrado, que ela deixou de seguir.
O mundo a admira, pela beleza que tem,
O calor da sua alma, que parece sem fim.
Mas o respeito, esse, ela não mantém,
Por quem a ama, por quem se doa a ela, assim.
Ela beija, abraça, diz que se importa,
Mas no fundo, sua alma é de um deserto.
As promessas que faz, ela logo as recorta,
Como se fossem pedaços de um tempo incerto.
E o amor que ela sente, é como a brisa,
Que toca o rosto e logo se vai.
Deixando a alma nua, sem camisa,
E o coração partido, em um eterno ai.
Ela tem um coração de vento, que não se prende,
Amores são flores, que ela colhe e joga ao léu.
A dor dos outros, ela não entende,
O seu próprio mundo é o seu céu.
Ela usa as pessoas, como se fossem degraus,
Para chegar onde quer, sem se importar com a dor.
E a cada passo, ela deixa para trás os maus,
Os corações que se doaram a um falso amor.
O respeito, para ela, é uma palavra vazia,
Um peso na alma que ela não quer carregar.
E o amor, uma ilusão, uma fantasia,
Um jogo que ela joga, sem se importar com quem vai chorar.
Ela é um espelho que reflete o que não é,
Um anjo com asas de farsa e ilusão.
E a cada abraço, a cada beijo, a cada fé,
Ela deixa um rastro de dor e de traição.
Ela fala de Deus, mas não se importa com o seu,
A sua fé, é a sua beleza, o seu poder.
E a sua alma, um labirinto, um abismo, um breu,
Onde a luz do amor não pode florescer.
Ela é um rio que corre, e leva tudo consigo,
Os amores, as promessas, as juras de amor.
E deixa um rastro de dor, um rastro de perigo,
Em um coração que se doou, com todo o seu fervor.
O respeito, esse, ela não tem, nem com ela,
A sua alma é um mar de mentiras e de dor.
E o seu coração, uma concha, que não tem nada nela,
Só a dor de quem a amou, e que ela não valorizou.
Ela é uma estrela que brilha e queima,
Mas não tem luz própria, só o reflexo do sol.
E a sua vida, uma dor, uma farsa, um dilema,
Onde o amor se esconde, em um papel de rol.
E a vida, para ela, é um jogo, uma farsa, um engano,
E a cada dia, ela se perde mais e mais.
E o amor, esse, ela não tem, nem no seu plano,
Só a dor de quem a amou, e que ela deixou para trás.
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