
Em um véu de palavras, ela dança na sombra,
Entre verdades e mentiras, ela tece sua teia,
Um sorriso nos lábios, um olhar que engana,
Sua alma se deleita na arte de ludibriar.
Sob a luz do luar, ela tece seu enredo,
Entrelaçando ficção e realidade sem pudor,
Cada frase é uma miragem, uma ilusão fugaz,
Ela se embriaga no doce sabor da falsidade.
Seu coração é um labirinto de enganos,
Onde a verdade se perde emaranhada em mentiras,
Ela tece suas teias com fios de ilusão,
Enredando a todos num jogo de ilusão.
Ninguém escapa de seus truques, de suas artimanhas,
Ela manipula a verdade como uma marionete,
Cada palavra é um véu, uma cortina de fumaça,
Ela se deleita no prazer proibido de mentir.
Seus olhos brilham com a emoção do embuste,
Ela se alimenta da confusão que semeia,
Cada mentira é um pedaço de sua alma corrompida,
Ela se entrega ao prazer obscuro de enganar.
Mas no fundo de seu ser, há uma dor silenciosa,
Uma solidão que a consome por dentro,
Pois quem mente para todos, mente também para si mesma,
E no labirinto de suas mentiras, ela se perdeu.
Na dança das palavras, ela se perde na ilusão,
Cercada por um mundo de sombras e traição,
Cada mentira é um eco de sua própria aflição,
Mas ela persiste no jogo, sem uma direção.
Sua mente é um oceano de segredos ocultos,
Onde a verdade se afoga em mentiras e enganos,
Ela se afunda nas profundezas de sua própria escuridão,
Envolta na teia de seus próprios enganos.
Mas um dia, a máscara cai e a verdade é revelada,
Ela se vê diante do espelho, refletida em sua própria fraude,
Ela encara a realidade, sem ilusões ou disfarces,
E no silêncio da honestidade, encontra a redenção.
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