
Depois da meia-noite, a porta range ao abrir, Ela entra, bêbada, sem saber aonde ir. Os passos trôpegos ecoam pela casa, Cada movimento, um vestígio de brasa.
Depois da meia-noite, a porta range ao abrir, Ela entra, bêbada, sem saber aonde ir. Os passos trôpegos ecoam pela casa, Cada movimento, um vestígio de brasa.
Nos becos escuros da cidade adormecida, Corações se encontram em breves enlaces, Em abraços marcados pela despedida, Onde o calor da pele dura apenas instantes.
Num olhar moreno, doce sorriso, encanto, Facetas revelam, tão meiga em seu manto. Fácil é o riso, mas brava em seu ser, Em festas, é rainha, a todos faz renascer.
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