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Num sábado à noite, às vinte e uma horas,

Tu estás em casa, a solidão te devora.

Saudade aperta, desejo de me encontrar,

Mas o orgulho te impede, te faz recuar.

 

Ah, como eu sinto, meu coração arde,

Querendo te ver, na escuridão tão tarde.

Minha alma anseia por tua presença,

Mas o orgulho, cruel, nos afasta da crença.

 

A noite passa, o tempo corre lento,

Enquanto a saudade aumenta a todo momento.

Queria te tocar, sentir teu calor,

Mas o orgulho, obstinado, nos separa com rigor.

 

Oh, como eu queria quebrar essa barreira,

Superar o orgulho, a mágoa, a fronteira.

Falar contigo, nos braços te envolver,

Mas o orgulho insiste em nos esconder.

 

Que triste ironia, esse jogo do destino,

Que nos faz sofrer, num constante desatino.

Ah, como eu gostaria de te encontrar,

Mas o orgulho persiste em nos separar.

 

Assim a noite passa, em silêncio e dor,

Enquanto o orgulho nos mantém longe do amor.

Que pena que o medo nos impeça de voar,

E nos deixe perdidos, sem nos encontrar.

 

Mas ainda resta uma esperança, uma luz,

Que um dia o orgulho se dissipe, se traduz.

E que então, finalmente, possamos nos entregar,

Sem mais impedimentos, sem mais hesitar.

 

Até lá, que a saudade nos guie, nos inspire,

E que o amor, um dia, nos faça transpirar.

E que o orgulho, enfim, não possa mais interferir,

E possamos, juntos, finalmente existir.

Bem-vindo ao POESIAORIGIAL!

Somos apaixonados por poesia. Neste espaço, buscamos compartilhar não apenas palavras, mas emoções, pensamentos e reflexões que habitam nossos corações e mentes. Acreditamos no poder transformador das palavras e na capacidade única da poesia de tocar as almas, despertar a imaginação e conectar pessoas.

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